O fim do tratamento do câncer nem sempre encerra os impactos emocionais da doença. O medo de uma recidiva e as mudanças na rotina podem continuar presentes.
Na reportagem da Agência Brasil, a psicóloga Laís Mutuberria Vieira explica que esse período também exige acolhimento. Pessoas próximas podem esperar uma volta imediata à vida anterior, mas a experiência do tratamento deixa marcas diferentes para cada paciente.
No Outubro Rosa, o debate amplia o olhar para além de exames e procedimentos. Escuta, apoio e continuidade do acompanhamento ajudam a reconhecer as necessidades de quem atravessa essa etapa.
Informação divulgada pela fonte em 08/10/2026. Texto reescrito pela COMUNIDADE.




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